terça-feira, 30 de junho de 2009
Priscila Pires periga esfriar os pés
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Leis de comportamento sociopolítico - Roberto Campos
Recebi o testo abaixo por e-mail. Quem não é do ramo não se preocupa em dar os créditos, talvez por não ter acesso a essa informação. Passarei batido.
Roberto de Oliveira Campos (19/12/1999)
Era uma crespa noite de inverno londrino. Eu tinha convidado para um jantar na embaixada brasileira, ao fim dos anos 70, o grande filósofo liberal francês Raymond Aron e dois sociólogos radicados na Inglaterra, Ralf Dahendorf e Ernest Gellner, este último professor de José Guilherme Merquior, meu conselheiro de embaixada.
Na curva do conhaque, quando filosofávamos sobre nominalismo, realismo e existencialismo, contei uma piada que Aron achou divertida. Era a definição de "realidade" por um irlandês, revoltado pela interrupção de suas libações alcoólicas à hora do fechamento dos pubs. "A realidade", disse ele, "é uma ilusão criada por uma aguda escassez de álcool".
Quando partiram os hóspedes, resolvemos, Merquior e eu, em rodadas de uísque, testar duas coisas. Primeiro, a teoria irlandesa do realismo alcoólico. Segundo, nossa capacidade de recitarmos, de memória, aquilo que poderíamos chamar de "leis de comportamento sociopolítico" de variadas personagens e culturas. Alternávamos nas citações, que registrei num alfarrábio que outro dia desenterrei numa limpeza de arquivos. Ei-las:
A lei de Churchill: "A Democracia é a pior forma de governo, exceto as outras".
A lei de Lenin: "É verdade que a liberdade é preciosa. Tão preciosa que é preciso racioná-la".
A lei de Stalin: "Uma única morte é uma tragédia; 1 milhão de mortes é uma estatística".
A lei de Krushev: "Os políticos em qualquer parte são os mesmos. Eles prometem construir pontes mesmo quando não há rios".
A lei de Henry Kissinger: "O ilegal é o que fazemos imediatamente. O inconstitucional é o que exige um pouco mais tempo".
A lei de Franklin Roosevelt: "Um conservador é um homem com duas excelentes pernas, que contudo nunca aprendeu a andar para a frente".
A lei de Lord Keynes: "A dificuldade não está nas idéias novas, mas em escapar das antigas".
A lei de Bernard Shaw: "Patriotismo é a convicção de que o país da gente é superior a todos os demais, simplesmente porque ali nascemos".
A lei de Hayek: "Num país onde o único empregador é o Estado, a oposição significa morte por inanição. O velho princípio de quem não trabalha não come é substituído por um novo princípio: quem não obedece não come".
A lei de Mark Twain: "Um banqueiro é um tipo que nos empresta um guarda-chuva quando faz sol, e exige-o de volta quando começa a chover".
A lei de Lord Kelvin: "Grandes aumentos de custos com questionável melhoria de desempenho só podem ser tolerados em relação a cavalos e mulheres".
A lei de Charles De Gaulle: "As promessas só comprometem aqueles que as recebem".
A lei de John Randolph, constituinte na Convenção de Filadélfia: "O mais delicioso dos privilégios é gastar o dinheiro dos outros".
A lei de Getúlio Vargas: "Os ministérios se compõem de dois grupos. Um formado por gente incapaz, e outro por gente capaz de tudo".
A lei do governador Mario Cuomo, de Nova York: "Faz-se campanha em poesia e governa-se em prosa".
A lei de John Kenneth Galbraith: "A política não é a arte do possível. Ela consiste em escolher entre o desagradável e o desastroso".
A lei de Sócrates: "No tocante a celibato e casamento, é melhor não interferir, deixando que o homem escolha o que quiser. Em ambos os casos, ele se arrependerá".
Ao confidenciar a Merquior que pretendia aposentar-me do Itamaraty para ingressar na política, lembrou-me ele a lei de Hubert Humphrey, vice-presidente dos Estados Unidos na administração Lindon Johnson, que dizia:
"É verdade que há vários idiotas no Congresso. Mas os idiotas constituem boa parte da população e merecem estar bem representados".
Tendo em vista minhas ambições políticas, combinamos fabricar conjuntamente uma lei, que passaria à posteridade como a lei Campos/Merquior:
"A política é a arte de fazer hoje os erros do amanhã, sem esquecer dos erros de ontem".
Ao nos despedirmos, já mais sóbrios, lembrei-me de duas leis. A lei do King Murphy, que assim reza:
"Não estão seguras a vida, a liberdade e a propriedade de ninguém enquanto a legislatura estiver em sessão".
E a lei do sábio Montesquieu, o inventor da teoria da separação de poderes:
"O político deve sempre buscar a aprovação, porém jamais o aplauso".
Em minha vida política no Senado e na Câmara procurei descumprir a lei do King Murphy e cumprir a lei de Montesquieu. Sem resultados brilhantes nem num caso, nem no outro...
Embora longe de ser considerado uma unanimidade, deve-se reconhecer que Roberto Campos foi uma das maiores inteligências desse país no séc. XX. Defensor apaixonado do liberalismo. Economista, diplomata e político também se revelou um intelectual brilhante. De sua intensa produção, resultaram inúmeros artigos e obras como o livro A Lanterna na Popa, uma autobiografia que logo se transformou em best-seller. Foi ministro do Planejamento, senador por Mato Grosso, deputado federal e embaixador em Washington e Londres.
Sua carreira começou em 1939, quando prestou concurso para o Itamaraty. Logo foi servir na embaixada brasileira em Washington, e, cinco anos depois, participou da Conferência de Bretton Woods, responsável por desenhar o sistema monetário internacional do pós-guerra.
E você, não quer mandar também sua quote, sua filosofia? Lembre-se de que falar merda é fácil. Cumpre tão somente manter a coerência...
domingo, 21 de junho de 2009
Mordomias - A culpa é do Mordomo!
Mordomo de Roseana Sarney recebe R$ 12.000,00 por mês através do Senado Federal. Está na mídia em junho de 2009 para quem quiser ver.
O mordomo da casa da ex-senadora e atual governadora do Maranhão, Roseana Sarney, é funcionário efetivo do Senado e, com as gratificações, ganha em torno de R$ 12 mil. Apesar de ser assessor de gabinete, Amaury de Jesus Machado, de 51 anos, conhecido como "Secreta", trabalha na casa dela no Lago Sul de Brasília. As informações foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo em 19/06/2009.
"Ele é meu afilhado. Fui eu que o trouxe do Maranhão. Ele vai à casa quando preciso, uma duas ou três vezes por semana. É motorista noturno e é do Senado. E lá até ganha bem", disse a governadora. Machado é tão ligado a Roseana que chegou a ter filiação partidária. Assinou a ficha do PFL quando ela ainda integrava os quadros do partido.
Nos anos 90, ele esteve lotado no departamento de segurança e transportes do Senado. Antigos colegas dizem que sua função, ao menos oficialmente, era a de motorista, embora não se lembrem dele dirigindo os carros do Senado.
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Como em todo bom filme de mistério (título: os atos secretos), o culpado não é quem é apanhado no delito. Quando explodiu o escândalo das vacas (loucas?) do Senador que justificava sua fortuna conseguindo vende-las pelo quíntuplo (?) do preço de mercado, atribuíram a culpa a um jardineiro. Vai ver ele não usou o esterco destas vacas “sagradas” nas plantas dos jardins das mansões dos benfeitores da nação!
Neste caso presente de imoralidades legislativas onde parente morando na Espanha é “nomeado” para cargo no planalto da lama, neto ganha cargo público e o avô “não sabe” apesar de estar a menos de
Tudo indica que no próximo escândalo (deve sair na próxima semana) vão culpar uma cozinheira por não ter colocado molho italiano em alguma “pizza” produzida por uma CPI sem a conclusão que a nação necessita para eliminar a náusea que sente por estas figuras patéticas idolatradas pelos fiéis seguidores do Big Besta Brasil.
Nossa sociedade é um colosso. Sobrevive no fundo do poço.
Referendo de sucesso será o que propuser expurgo no Congresso.
Haroldo P. Barboza - RJ/Vila Isabel
Matemática (infantil) / Informática (adulto)
Autor do livro: Brinque e cresça feliz.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Como os atos (quase) secretos em favor de Sarney foram descobertos
E ele disse que é a favor da transparência. Mas na verdade ele é a favor do transPARENTE! Pega o transparente para sair da Espanha, pega o transparente para voltar. Rararará. O Sarney vai acabar indiciado por formação de família. Quando ele diz que é defensor da família brasileira, ele quer dizer de uma única família: a dele!
E agora é tudo ato secreto. O Scafi fez uma charge que ensina como descobrir quem é parente do Sarney:

sábado, 13 de junho de 2009
Trabalhe pesado!
Como reza o ditado, montar num tigre é fácil, o difícil é desmontar dele depois.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Para que serve o Twitter?
segunda-feira, 1 de junho de 2009
A quem interessa fazer pesquisas eleitorais faltando quase 2 anos para as eleições
